Beija Flor e Paraíso da Tuiuti voltam a se apresentar hoje no sábado das campeãs no Sambódromo

As seis escolas mais bem colocadas no Grupo Especial voltam a se apresentar neste sábado (17) no Sambódromo do Rio. Mocidade, Mangueira, Portela, Salgueiro, Paraíso do Tuiuti e a campeã de 2018, Beija-Flor de Nilópolis, voltam à Passarela do Samba, nesta ordem, para o Desfile das Campeãs, a partir das 21h15.
A venda de frisas e arquibancadas prossegue ainda no próprio sábado, das 10h à meia-noite, no estande da Liesa no Setor 11, inclusive para ingressos de frisas ou comprados pela internet. Sendo que a venda é feita exclusivamente em dinheiro.

O preço das arquibancadas varia de R$ 5 (setores 12 e 13) a R$ 300. As frisas variam de R$ 300 (para portadores de necessidades especiais) a R$ 5 mil. As frisas têm quatro ou seis lugares.

Mangueira faz desfile sobre polêmica do corte de verba no carnaval do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo) Mangueira faz desfile sobre polêmica do corte de verba no carnaval do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)
Mangueira faz desfile sobre polêmica do corte de verba no carnaval do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)
A primeira escola a entrar na Sapucaí, vai ser a Mocidade, sexta colocada, com um enredo sobre as influências e as semelhanças da Índia no Brasil. A quinta colocada, a Portela, vai contar a história de um grupo de judeus que saiu de Pernambuco e ajudou a fundar a cidade de Nova York.

A quarta colocada e terceira a se apresentar na avenida vai ser a Mangueira, com um enredo que faz uma crítica à falta de incentivo do prefeito do Rio ao carnaval, a maior festa popular da cidade. Com um enredo sobre a força e importância da mulher negra na História, o Salgueiro, entra logo em seguida.

A vice-campeã Paraíso do Tuiuti vai comemorar a volta por cima no carnaval. A escola, que em 2017 causou um grave acidente na Sapucaí – que levou à morte de uma pessoa – e esteve perto do rebaixamento, superou as adversidades em 2018 com um enredo que critica a reforça trabalhista.

Última a cruzar a Passarela do Samba, a campeã Beija-Flor quer arrastar o público novamente no seu desfile-manifesto com as mazelas do país: corrupção, ambição desmedida e intolerância religiosa, social, sexual e política.

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